try something new for 30 days

Anúncios

meia dúzia de comentários sobre meia dúzia de filmes que vi ultimamente

360 – * * *

Se eu fosse escrever picaretices clássicas de críticas, diria que é um Meirelles menor, embora seja mesmo. Mas há de se elogiar a trama absolutamente redonda (360, né?), o elenco bastante talentoso e fotografia belíssima das cidades escolhidas. Gosto também que não seja tão pretensioso quanto outros filmes que tentam criar essa relação de mundo pequeno conectado, como Crash e Babel. Há em 360 a mesma tentativa, mas acho o resultado mais sutil e convincente.

Medianeras – * * * *

Excelente a relação estabelecida entre a arquitetura cada vez mais opressora dos apartamentos de 40m2 com a solidão da vida urbana. A forma como a tecnologia aproxima e separa as pessoas, um clichê tratado de forma correta e bonita. Prova definitiva de que preciso conhecer Buenos Aires o quanto antes.

O Ditador – * * *

Sei que o humor de Sacha Baron Coen não agrada a todos, mas comigo não costuma falhar. É incorreto, escrachado e pornográfico quase sem medidas. Mas creio que seja o derradeiro filme onde a fórmula do estrangeiro que “ofende” a América vá funcionar.

A Lula e a Baleia – * * *

Só agora vi que a produção é do Wes Anderson e faz todo sentido que seja. Tem ali a trama indie, a separação familiar, o conflito adolescente e o pré-adolescente (o garoto punheteiro) e a musa (Anna Paquin e o charme de seus dentes separados). Jeff Daniels é um dos grandes atores subestimados de Hollywood.

Na Estrada –  * *

Dei três estrelas no Mubi, baixei pra duas aqui porque gosto ainda menos. Na verdade não careço dessa necessidade de viver intensamente dos personagens. E o filme é basicamente sobre isso. A fotografia é bonita, a trilha é boa e Kristen Stewart vai bem (alguém dê um roteiro decente pra essa moça, por favor). Quem for adepto da malandragem de “viver a vida como se hoje fosse o último dia” (nenhum mal nisso, que fique claro) deve gostar. Não é o meu caso.

O Feitiço do Tempo – * * * *

Bill Murray absolutamente genial (como se fosse possível não) interpretando o repórter do tempo preso no mesmo dia num looping aparentemente sem fim. Aula fundamental sobre comédias românticas. Estranho que não passe na Sessão da Tarde ao menos uma vez por mês. Assistiria amarradão quantas vezes reprisassem.

Hi

tonight we dine in hell

 

 

Aaron Paul e a melhor cena da quinta temporada de Breaking Bad.

 

here we go again

As mais recentes pesquisas no google que trouxeram visitantes a esse empoeirado blog: “resenhas culinárias” e “rim no mercado livre” (!). Não resisti, dei uma varrida na casa, tirei o pó dos móveis, passei um café e tô de volta. Senta aí.

It’s over

Já faz algum tempo que utilizo o blog como um mero roteador de conteúdo, postando uma ou outra coisa que tenha me impressionado, sem manter qualquer tipo de rotina para com o coitado. Não que em algum momento tenha sido essa a intenção, mas dá dó vê-lo largardo assim.

Portanto, minha meia dúzia impressões sobre porranenhuma ficam restritas, a partir de agora, ao twitter ao tumblr, dois desses serviços bacanas da tal web 2.0.

Apareçam!

A Favorita

mamãe matou papai e vovô me deu jipão; ihiiii

Não é por nada não, mas concordemos: que novelinha boa. Nada como ver a suposta mocinha dando três balaços no peito de um qualquer.

Pra melhorar, resta a constatação básica: nem Donatella (a atual suposta mocinha) parecer ter algum escrúpulo.

Só Lara e sua choradeira interminável me fazem querer desligar a tv. Atira nela, Flora!

Meet Don Adams

Brincadeira simples:

1) acesse http://en.wikipedia.org/wiki/Special:Random – o título da primeira página aleatória que aparecer será o nome da sua banda.

2) vá pra http://www.quotationspage.com/random.php3 – as últimas quatro palavras da última frase da página formarão o título do seu disco.

3) acesse http://www.flickr.com/explore/interesting/7days/ – a terceira foto, não importa qual seja, será a capa do seu disco.