Arquivo da categoria: música

é mortal, é mortal

Anúncios

Novela

Sempre tento um ou dois capítulos, quando posso. Mas Paraíso Tropical não dá: continuo confundindo as gêmeas interpretadas por Alessandra Negrini e não suporto aquela já clássica quantidade absurda de núcleos de personagens. Desisti quando começou a tocar Without You, na lendária versão de 1971, cantada por Harry Nilsson. Aliás, registre-se aqui que a única versão não só aceitável como absolutamente sensacional de Without You (sim, eu sei, você se lembra de Mariah Carey berrando “I can’t live, if living is without you”) foi gravada por Wander Wildner, para trilha sonora do primeiro longa metragem do Jorge Furtado, Houve uma vez dois verões. Dá o play e sente.

Mas da moldura não sou eu quem lhe sorri

Pode notar no meu perfil no Last.fm: do pouco que tenho ouvido de música, muito se resume ao que considero o melhor disco do Roberto Carlos: Detalhes, de 1971. “Considero” é pretensão absoluta; conheço dois ou três discos do perneta e ignoro qualquer coisa que ele tenha gravado de 90 pra cá. Mas dos discos que ouvi esse foi o único que me fez considerar com algum tipo de respeito a alcunha de Rei. Explico:

– É desse disco a primeira gravação de “De tanto amor“, minha atual canção preferida do Rei. Triste e bonita:- Duas músicas desse disco são hits absolutos do rei: Detalhes e Debaixo dos Caracóis dos Seus Cabelos. Mas destaco ainda uma outra: Traumas, onde o Robertão canta as angústias da vida adulta de forma sublime:

– E a capa. Melhor capa: