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Muitos assuntos, um único post

Marcelo Costa, que não erra quando indica o que quer seja, elogia o novo disco do Wado, em seu blog. Destaco as mesmas favoritas dele, mas Melhor é o repeat da vez por aqui. Entra lá e baixa.

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“Quem ficar com o olho preso nas letrinhas, além de enjoar, vai perder todos os relances mais importantes, não vai ver nada, não vai aproveitar nada. Aceite meu conselho: deixe de ser esnobe e vá ver uma versão dublada. Você não entende inglês mesmo que eu sei.”

Melhor dica pra quem for ver Cloverfield, que é sen-sa-cio-nal, mas eu sou sempre suspeito com filmes onde Nova York é invadida por qualquer COISA que foda com tudo. E o monstro de Cloverfield é, definitivamente, a COISA mais absurdamente espetacular que já invadiu a cidade.

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 Juno

Juno é, muito provavelmente, o filme do ano. Embora não tenha a força de “Onde os fracos não têm vez” e embora eu não tenha visto “Sangue Negro” – Paul Thomas Anderson é um dos favotitos por aqui. E ainda estamos em fevereiro, veja só.

E mais: melhor pôster do ano, junto com Cloverfield.

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Lost parece mesmo ter a fórmula perfeita: todo mundo reclama (eu, inclusive) das inúmeras novas dúvidas de cada episódio, da falta de respostas, dos personagens escolhidos para morrer e da enrolação (agora ainda maior com os flashforwards), mas ninguém deixa de assistir. Eu, muito menos.

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Vez ou outra, fico viciado em algum desses jogos em flash. O da vez: Cannonball Follies 2.

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“Woody Allen é reconhecido como um dos melhores cineastas de todos os tempos. Mas ele acaba de dar um passo rumo à imortalidade. Seu novo filme, ‘Vicky Cristina Barcelona’, terá uma cena de sexo entre Penelope Cruz e Scarlett Johansson. Impossível ser melhor que isso.”

Reafirmo.

Pena

Como assim, porra? Chama o Zé Roberto!

Jaqueline, ponta e oposto musa da seleção feminina de vôlei, de quem já falei por mais de uma vez aqui no blog, foi cortada por doping, em exame que apontou a presença de sibutramina em seu sangue. Com sua ausência, restam as presenças da seleção feminina de softbol e de Bia e Branca Feres, as sensacionais gêmeas do nado sincronizado, representantes de toda astúcia e beleza do esporte tupiniquim.