Arquivo mensal: janeiro 2008

Rendendo-me ao hype

Como se fosse realmente possível não se encantar com uma garota de 15 anos tocando Folsom Prison Blues.

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Etiquetado

temores modernos

Vira e mexe tenho pesadelos onde tropeço em qualquer obstáculo na rua e acidento-me feio (furar os olhos é o mais recorrente), enquanto caminho digitando algum sms, prática comum.

SAG AWARDS

Sobre o SAG Awards, eu poderia falar…

Daniel Day-Lewis e Javier Barden

– Da bonita homenagem do Daniel Day-Lewis, premiado melhor ator, ao Heath Ledger, citando a espetacular cena final de Brokeback Mountain.

– Do prêmio de ator coadjuvante para Javier Barden, endemoniado como o assassino Anton Chigurh no sensacional Onde os fracos não têm vez.

– The Office levando série cômica.

Mas prefiro rir desavergonhadamente das ABSURDAS orelhas de diferentes tamanhos de Mickey Rooney:

zureba.jpg
réplica a Lima Duarte

van gogh fez um twitter

twiiter.jpg

Absurdamente boa esse galeria ensinando nerds a conhecerem a história da arte.

Dois irmãos

Dois Irmãos, Milton HatoumHá o odio que Omar sente por Yaqub. Desmesurado, descabido e incalculável. E há o modo como Yaqub suporta o ódio que sente por Omar. O mesmo ódio. Exatamente o mesmo ódio, visto por duas personalidades diferentes, embora gêmeas. E há Nael, o personagem-narrador, que por vezes parece observar tudo como um simples futriqueiro. Mas é mais profundo. Não acho que ele procure nos gêmeos só a resposta sobre qual deles é seu verdadeiro pai. Procura identificar que exemplo deve seguir. Ou não. Porque o mais bonito do livro é notar o quanto Nael consegue se desvenciliar de toda a cadelice da família, formar-se homem e tornar-se forte.

Das histórias mais bonitas que já li.

inclusão digital

bigbrother.jpg

Não bastasse o de sempre, agora deram um blog para cada brother.

Ver Cidadão Kane

Há bem pouco tempo atrás, convivia diariamente com a sensação de “estar deixando passar”. Lendo menos livros do que gostaria, estudando menos, conhecendo menos gente, vendo menos filme, ouvindo menos música e indo a menos lugares. Mas é tipo de pensamento que leva o sujeito à loucura, pelo simples preceito de que há sempre mais para ler, mais para ver, mais lugares para conhecer e mais pessoas interessantes no mundo. E aí veio estalo: preocupar-me em excesso com isso só traria frustração.

Passei então a organizar-me de modo que tenha registrado tudo que um dia pretendo ler, filmes que pretendo ver, lugares que pretendo ir, bandas que preciso conhecer melhor. E vou cumprindo ao poucos, tentando não ficar obcecado por informação, mas também não abandonar totalmente meus desejos, por medo de uma “overdose”.

E então randomicamente eu vou lá e compro um livro que sempre quis ler (tô lendo bukowski, velho safado e genial) e risco da lista, mas não sem antes adicionar outras 4500 “necessidades”.

Provavelmente, vou morrer sem toda a informação que acho necessário ter. Mas foda-se. Todo mundo vai.

Three Little Birds

Eu sou a lenda

Ok, eu confesso. Poucas coisas me agradam mais em cinema que uma cidade devastada (ainda mais quando temos Nova York como cenário), meia dúzia de sobreviventes e uma penca de qualquer raça que tenha FODIDO com tudo.

That´s what she said

Absurdamente boa a versão americana de The Office. Steve Carrel não chega a ser tão brilhante quanto Rick Gervais, mas seu Michael Scoot é assustadoramente engraçado/bizarro/sem noção/carismático. O resto do elenco é igualmente competente, mas Brian Baumgartner como Kevin humilha qualquer um.
Kevin
campeão mundial de engolir m&m´s
Sem contar Jenna Fischer, perfeita como Pam, a recepcionista mais gata e sarcástica do mundo. Saca o náipe:
Pam
gaaata!