Arquivo mensal: agosto 2007

Kate Nash

Kate Nash

Bonita desse jeito, seria até pecado se não cantasse bem.

um pouco menos de amor

 

Eu gostaria de que as pessoas que, para seguir as convenções, declaram que se amam dissessem umas às outras quando brigassem: – Por favor… um pouco menos de amor e um pouco mais de respeito mútuo.

Kurt Vonnegut, no prólogo de Pastelão ou Solitário, nunca mais.

tudo é mero lamento

Três vídeos de três músicas que há semanas estão no repeat do mp3:

Terminal Guadalupe, Pernambuco chorou

Lascíva Lula, Pra matar a fome

Pública, Long Plays

Previously on…

Com os recessos de Lost, Heroes e 24 Horas, únicas séries que acompanho conforme os episódios vão sendo transmitidos, tenho tentado outras possibilidades, via torrent:

Grey´s Anatomy

Grey´s Anatomy é muito boa, quase sempre. Quando consegue ficar no exato ponto entre a rotina absurda do hospital (favor ver episódio 6 da 2º temporada: acidente de trem em Seattle) e o desenrolar das relações dos personagens, mas sem exagerar nesse último. A enrolação entre Derek e Meredith, por exemplo, irrita bastante e é um dos motivos pelos quais já não estou tão entusiasmado com a 3º temporada. Acho que a própria Dra. Meredith Grey é das protagonistas mais sem graça das séries que acompanho. Todo o resto do elenco é mais carismático, com destaques para Dra. Miranda Bailey, Dr. Burke, o Chief, Dr. George, Dra. Yang, Dr. Addison e a minha favorita: Dra. Stevens.

A Sete Palmos

– Vi apenas os cinco primeiros episódios de A Sete Palmos, numa tentativa de preencher mais essa lacuna. Até onde vi, é realmente merecedora de todos os elogios que ouvi/li. Elenco entrosado, história bem escrita e um delicioso sarcasmo. Resta saber até onde a fórmula “alguém morre, nós fazemos o funeral e, nesse meio tempo, nós discutimos a relação da família Fisher” pode durar sem cansar. Pretendo ver todas as 5 temporadas para tirar a prova.

Futurama e Simpsons

– Devorando temporadas inteiras de Futurama e Simpsons, na cruel tentativa de escolher qual a melhor criação de Matt Groening. Fry, Leela e Bender seguem na frente, pelo menos por enquanto.

Novela

Sempre tento um ou dois capítulos, quando posso. Mas Paraíso Tropical não dá: continuo confundindo as gêmeas interpretadas por Alessandra Negrini e não suporto aquela já clássica quantidade absurda de núcleos de personagens. Desisti quando começou a tocar Without You, na lendária versão de 1971, cantada por Harry Nilsson. Aliás, registre-se aqui que a única versão não só aceitável como absolutamente sensacional de Without You (sim, eu sei, você se lembra de Mariah Carey berrando “I can’t live, if living is without you”) foi gravada por Wander Wildner, para trilha sonora do primeiro longa metragem do Jorge Furtado, Houve uma vez dois verões. Dá o play e sente.