Arquivo mensal: maio 2007

Função soneca

A possibilidade de que cada parte do cérebro precise de uma quantidade diferente de sono é fascinante. Mas enquanto Tony Wright não comprova sua tese, sigo tentando fazer com que meu organismo aceite bem 5 horas de sono diárias, sem que eu pareça destruído no dia seguinte.

Jamais conseguirei.

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i said ‘no, no, no’

Me persegue essa impressão de que jamais saberei se Back to Black, da Amy Winehouse, é mesmo um bom disco. Por um simples motivo: não consigo ouvir outra que não Rehab:

Sensação parecida sinto com o novo do Arctic Monkeys. Brianstorm é tão boa que me impede de ouvir o resto do disco. E outra: melhor clipe.

Adoro São Paulo

Agora sim: uma insistente garoa pela manhã e aquele clima horroroso pelo resto do dia.

Muito melhor que aquele calor absurdo que vinha fazendo.

Sou bom tio

Vítor e Henrique, sobrinhos, 7 e 8 anos, viciaram-se em Yoshi’s Island, emulando no meu computador. Quando zerarem, pretendo apresentar-lhes toda a trilogia do Donkey Kong Country e fazê-los também odiar todas as fases n´agua.

Mario Bros sorri.

De certo que fracassarei

Tive meu primeiro celular em 2002. Um trombolho obsoleto doado pelo meu irmão. De lá pra cá foram 4 aparelhos (dois quebrados, um roubado e o atual), três números e duas operadoras, além da troca do plano pré-pago para pós pago, ano passado.

E pela primeira vez nesses 5 anos começo a cogitar a possibilidade de deixar de ter um celular. Nas próximas semanas invariavelmente largarei o aparelho em casa. Não gerando nenhuma hecatombe familiar, com amigos ou no trabalho, em um mês pretendo aposentá-lo por tempo indeterminado.

Montgomery

Um sujeito, aparentemente com chantagistas pretensões de garantir um lugar no céu, disponibilizou no youtube um episódio inteiro de Nossa Turma. Mais especificamente o 6º episódio da 1º temporada, “Caça à Fera”:

Me vejo deitado no tapete da sala, com a cabeça encostada no sofá, tomando café com balacha em algum sábado perdido entre 1993 e 1996.

Calma Lúcifer

Há no ônibus (trabalho-facul) a melhor morena de todos os tempos. Bonita, da pele lisa, bem morena. O cabelo absurdamente liso. Tão bonita que chega a incomodar. O que espero, sinceramente, é que ela comece a pensar em trajetos alternativos e eu nunca mais a veja. Do contrário, serei obrigado a incitar papos dessinteressantes, responder monossilabicamente, ruborizar e, quicá, apaixonar-me.

Não pretendo.

São Paulo aos poucos

Capuccino com borda de chocolate e pão de batata na chapa no Rei do Mate.

Aegypti

Derrubou-me uma dengue. Do tipo simples, relaxem. Fora chateações em geral envolvendo quantidades absurdas de exames e formulários de contingência da vigilância sanitária, restou-me apenas uma analogia para futuras dores no corpo.

“Dói?”
“Muito. Quase tanto quanto naquela dengue.”