O inverossímel disfarçado

Eu tenho medo!


Laura Mattos
criticou Páginas da Vida na Ilustrada de domingo citando como argumento a sofrível e absurdamente vergonha-alheia (adjetivos meus) participação de pessoas “reais” no fim de cada capítulo da novela, ilustrando-o com histórias vividas por tais pessoas. E óbvio, como em qualquer novela de Manoel Carlos, os depoimentos são ridículas defesas feministas sobre temas como traição, sexo e orgasmos. Se for pra ficar falando sempre sobre o mesmo tema, vai escrever um blog, Maneco!

Só pra ilustrar o tamanho do nonsense: no capítulo de sábado, uma senhora de 68 anos contou a espantosa história do dia em que teve o seu primeiro orgasmo ouvindo um disco do Roberto Carlos: “Quando acordei, estava com a perna suspensa, a calcinha na mão, toda babada”, disse. Não acredita? O you tube prova:

Na terça-feira, na mesma Ilustrada, Daniel Castro divulgou em sua coluna o pedido de desculpas do autor: “Não era nossa intenção criar polêmica e, menos ainda, de escandalizar quem quer que seja”.

Magina, Manoel Carlos, ninguém pensou isso.

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