Nem peida nem fede

Escreveram na resenha do Omelete: filme pra quem paga meia entrada. Exatamente isso. Ou então, como eu fiz, esperem chegar na tv por assinatura e percam 106 minutos do seu sábado. Mas não é tão ruim quanto essa descrição preconcentua. Nem por Adam Sandler. Sou daqueles que não tem o mínimo preconceito com o cara. Fez muita porcaria, coitado. Mas me lembro de pelo menos dois filmes em que ele não incomoda, esse e Como Se Fosse A Primeira Vez, comédia engraçadinha engatilhada no hype dos filmes sobre perda de memória. E ainda tem Embriagado de Amor, onde, dirigido por Paul Thomas Anderson, Sandler sustenta incrivelmente bem o papel do paranóico Barry Egan.

Voltando a Tratamento de Choque – maldita mania de perder a fiada – o filme ainda tem Jack Nicholson, que domina bem a primeira parte do filme, desaparece no conteúdo e retoma tarde num final morno. E pra fechar tem Marisa Tomei mas, além de nem ser tão gata, nem peida nem fede, atuando.

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