Arquivo mensal: julho 2005

No repeat do winamp

Já a implicância com White Stripes eu consegui perder com esse Get Behind Me Satan, 3º disco da dupla. Inacreditavelmente bom.

Destaque para as sensacionais I’m Lonely (But I Ain’t That Lonely Yet), My Doorbell, As Ugly as I Seem e Passive Manipulation, fofura na voz de Meg.

Vou até ouvir novamente os dois primeiros álbuns para tentar rever opiniões.

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No, it’s not going to stop

O Kings of Leon seguem Strokes, M.I.A., Morcheeba e muito provavelmente o Wilco na lista do melhor Tim Festival da história, se tudo o que se especula for confirmado.

Oasis, White Stripes (de novo), Interpol, Flaming Lips, Nine Inch Nails, Garbage e Foo Fighters têm propostas para vir ao Brasil…

Todo ano é a mesma coisa. O Lúcio Ribeiro faz uma caralhada de previsões de shows e a indiezada, incluindo-me, fica e, na maioria das vezes morre, na esperança. Strokes, por exemplo, deve ser 3º anos seguido que comenta uma vinda ao Brasil. White Stripes já tá virando Naomi Campbell, uma vez por semestre tá por aqui. Weezer tá confirmado, mas taí uma banda que eu acho chata. Taquei uns discos dos caras no mp3 player pra tentar desfazer a má impressão. Não deu, deixa quieto.

Torço pra confirmarem os Strokes, obviamente, o Wilco, Oasis, Interpol, Flaming Lips e Foo Fighters. Mas aposto em Wilco e Flaming Lips, no máximo.

Goooogle World

Realmente inacreditável esse Google Maps. No modo satélite, dá pra ir com alguns cliques de casa pro trabalho, do trabalho pra faculdade e de volta pra casa. Utopia, com certeza.

De pensar que os caras lançaram apenas uma versão beta da bagaça toda. Imagino, vai saber, que num futuro próximo os caras já tenham as manha de lançar o conteúdo online.

Puta exagero.

Rá!

O colunista Lucas Amorim está em férias.

Não dar conta

René de Paula Jr. comenta em um de seus últimos podcasts sobre o crescimento da internet com o exato termo de não estarmos “dando conta” da quantidade de informações e surgimento de novos serviços. Penso exatamente o mesmo. O próprio podcast, só ficar num exemplo recente, que eu conheci essa semana através de Fred Leal e seu sensacional É Batata, me parece uma ótima alternativa para complementar a já ótima alternativa do blog. Mas me assusta muito o “boom” todo da coisa. Tenho, na maior parte do tempo, a angustiante impressão de estar deixando passar. Prestes a completar 10 anos como usuário de internet sigo achando que a quantidade de aproveitamento disso tudo – repara na, olha o clichê, falta de fronteiras – é mínima, se pensarmos nas possibilidades.

Outra coisa que me incomoda é a eterna absorção das micro informações. E nesse caso me refiro especificamente ao toupeira aqui. A descontextualização de informações, já adquiridas em títulos, não em matérias, é tamanha que a sensação de realmente não “dar conta” assusta.

Mas o Assertivo é avacalhado demais para discutir esses assuntos. Vou aproveitar o sábado para gravar um podcast.

Eu levo essa casa numa sacola

Los Hermanos disponibilizou no seu site oficial uma versão orquestrada de Último Romance, do Amarante, feita por um fã, Guga Brandão, salvo engano. A indiezada ficou louca; tão querendo casar ao som dos Hermanos.

Mas não é que ficou realmente boa? Baixaki.

Cine Trash

Outra tosqueira da brava é essa novelinha da Globo, América. De doer. Não sei quanto aos outros núcleos – não tenho o costume de assistir – mas esse que envolve a dulpa de deficientes visuais Flor (Bruna Marquesine; ainda vai se revoltar e fuzilar o elenco todo) e Jatobá (Marcos Frota, péssimo) e um programa semanal – que, incrivelmente, passa todo dia – apresentado pelo filho do rei, Dudu Braga, é algo extremamente lamentável. Tem lá o fator da inclusão social e da desmistificação do preconceito, eu sei, isso é até bom, mas, puta que pariu, é muito mal escrita a novela. Vai escrever pra Malhação, Glória Perez.

Isso sem analisarmos o núcleo da calça enfiada no rego e a rapaziada de Vila Isabel. Mas aí já é avacalhar demais, deixa quieto.

Lá fora, mensalão e explosão

E por aqui o contador de comentários parou de contar.

É um caralho mesmo.

Play

Há tempos não ocupo tempo vago com um bom e viciante game. Daqueles que rendem horas de boa diversão. Acho que o último foi Max Payne, dublado em português. Bom demais.

Deixo sempre instalado na máquina o Winning Eleven 7, para sempre o melhor emulador de futebol já criado. Acho Fifa Soccer um joguinho para crianças; jogava na época que adorava pegar a França, no maior nível de dificuldade, tentando repetir a final de 98, e enfiava uns 20 a 0 com, pelo menos, uns 12 gols do Ronaldo. Tsc.

Tenho aqui também o Virtua Tennis, melhor jogo de tênis desde aquele clássico do nintendinho 8 bits. Embarque sem medo num Grand Slam que diversão não vai faltar.

Mas e aí? Alguém com alguma boa indicação de game pras férias?