It’s over
Setembro 9, 2008
Já faz algum tempo que utilizo o blog como um mero roteador de conteúdo, postando uma ou outra coisa que tenha me impressionado, sem manter qualquer tipo de rotina para com o coitado. Não que em algum momento tenha sido essa a intenção, mas dá dó vê-lo largardo assim.
Portanto, minha meia dúzia impressões sobre porranenhuma ficam restritas, a partir de agora, ao twitter ao tumblr, dois desses serviços bacanas da tal web 2.0.
Apareçam!
Typography Art
Setembro 1, 2008
Chuck é um novo herói
Agosto 7, 2008
A Favorita
Agosto 6, 2008
mamãe matou papai e vovô me deu jipão; ihiiii
Não é por nada não, mas concordemos: que novelinha boa. Nada como ver a suposta mocinha dando três balaços no peito de um qualquer.
Pra melhorar, resta a constatação básica: nem Donatella (a atual suposta mocinha) parecer ter algum escrúpulo.
Só Lara e sua choradeira interminável me fazem querer desligar a tv. Atira nela, Flora!
Meet Don Adams
Junho 4, 2008
Brincadeira simples:
1) acesse http://en.wikipedia.org/wiki/Special:Random – o título da primeira página aleatória que aparecer será o nome da sua banda.
2) vá pra http://www.quotationspage.com/random.php3 – as últimas quatro palavras da última frase da página formarão o título do seu disco.
3) acesse http://www.flickr.com/explore/interesting/7days/ – a terceira foto, não importa qual seja, será a capa do seu disco.
cartas para não mandar
Maio 11, 2008
Talvez fosse janeiro. Ou fevereiro. Ou algum dia perdido entre janeiro e fevereiro de 2001. Algum dia onde normalmente fazia aquele calor absurdo e é exatamente assim que a Júlia descreveria aquele dia, caso lembrasse. “Porra, que calor absurdo que tava, aquele dia”, ela diria. Eu viria com mais um daqueles meus papos dizendo que ali, naquela dia perdido, eu tive certeza. Ali, sentado na areia da praia, eu tive a mais assustadora certeza de que precisaria dela pra que tudo que até então fazia sentido, continuasse fazendo.
- Ali eu já sabia que tava fudido.
- Quê? Do que cê tá falando, Marcelo?
- Do dia da praia. De como eu tive a mais absoluta certeza de precisaria de você pro resto da vida. E de como…
- Porra, que calor absurdo que tava, aquele dia
- É. Vou comprar cerveja. Quer alguma coisa?
- Água. Compra água.
- Tá.
- E ração pro casmurro.
- Ok, água e ração pro casmurro.
Ela ficava ali, deitada no sofá, como na maioria dos sábados, lendo alguma coisa. Eu comprava cerveja, sentava no chão, grudava as costas nuas na parede fria e observava. Gostava de pensar que aquilo era o nosso universo particular. O sábado em que nós não faríamos absolutamente nada e ela deixaria a cerveja esquentar, na metade da lata, como sempre fazia. Gostava de pensar que isso era o ápice da vida em casal, o que eu jamais havia sonhado: a lata de cerveja dela esquentando, casmurro na varanda volta e meia latindo e eu observando; desejando de todas as formas possíveis acreditar que aquilo era sim felicidade.
love, love, love
Abril 17, 2008
Impressionante a quantidade de cenas memoráveis em Across The Universe. Difícil escolher uma única, mas o momento em que Jude volta para a América e canta All You Need is Love para Lucy é de uma pieguice capaz de catapultar no limbo qualquer coração beatlemaníaco:
álcool e notícias
Abril 13, 2008
Repórter bêbado, a vanguarda do humor na web 2.0.







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